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quarta-feira, 11 de abril de 2018

Historias da Serra - Torre Da prata

A Torre da Prata

Fonte: Site Cultura Mix (http://meioambiente.culturamix.com/ecologia/historia-da-torre-da-prata)

  A chamada Serra da Prata, com 1.500 metros, está localizada próximo a Morretes, no Paraná, e tem como seu ponto culminante a Torre da Prata. A montanha é uma das mais difíceis de alcançar uma vez que para chegar até ela é necessário atravessar três biomas distintos: mata atlântica, planície litorânea e campos de altitude.

História da Torre da Prata

A História da Torre da Prata

   O nome dessa montanha foi o resultado de um brilho que era visto na encosta da mesma e que fez com que muitas pessoas acreditassem há muitos anos que existia prata no local. Com a possibilidade de encontrar o metal precioso muitos garimpeiros foram a Torre da Prata, mas não obtiveram sucesso. Uma das principais dificuldades para a garimpagem foi a mata atlântica. Nunca houve provas reais de que existia prata na encosta da montanha.
   A Torre da Prata é um ponto que se destaca na cordilheira serrana, uma montanha que tem uma posição de destaque e que serviu de referência do limite natural das fronteiras municipais para os navegantes. A conquista dessa montanha apenas aconteceu no ano de 1944, uma das últimas grandes do Paraná a serem conquistadas. A dupla que conquistou a Torre da Prata foi Gavião & Canguru cujos nomes são, respectivamente, Waldemar Buecken &, Antonio Setengel Cavalcante.



Torre da Prata – Um lugar Exótico

    Se existe uma palavra que pode definir o que é encontrado na Torre da Prata certamente é exótico.

   As árvores da região tem os formatos mais variados e enquanto faz a escalada é ouvir o canto das Arapongas assim como o chiado das Maritacas.

   Conforme se vai avançando pela Torre da Prata o tamanho da vegetação vai aumentando. Alguns exemplares de árvores do lugar são bem altas.

Parque Nacional Saint Hilaire Lange

    A Torre da Prata por vezes é escalada por palmiteiros e caçadores que saem da trilha principal para não serem pegos uma vez que a montanha integra a unidade de conservação chamada de Parque Nacional Saint Hilaire Lange. Esse parque ainda é recente e por isso passa ainda por um plano de manejo.

    O nome do parque é uma homenagem a uma naturalista francesa e a um biólogo ambientalista paranaense. A criação da unidade de conservação se deu devido a necessidade de preservar a montanha de oportunistas como os extratores ilegais de palmito e caçadores.

Parada Para Descanso

    Em geral quem resolve escalar a Torre da Prata aproveita uma pequena clareira que está a 600 metros. Depois desse ponto a escalada se tornará ainda mais difícil, é necessário escalar raízes e se firmar na mata em volta. A vegetação do entorno é bastante densa e atravessa uma crista de bambu seco.

   Também é importante ficar atento aos enormes blocos de rochas desmoranadas que aparecem no caminho. Nesse ponto já se está bem alto na Torre da Prata e a visibilidade é apenas da vegetação do entorno do pico

Historia da Torre da Prata (18).jpgHistoria da Torre da Prata (17).jpgHistoria da Torre da Prata (16).jpg

Chegando ao Cume

   Após passar por um longo e difícil trecho vertical chega-se ao primeiro ante cume passando pelas voçorocas e arbustos. Para ultrapassar essa parte da montanha é necessário passar por uma íngreme encosta e descer até um colo serrado por meio de escadas de ferro fincadas na crista.

   Depois disso é necessário passar por um caminho espesso e úmido, passar por uma mata arbustiva ao redor e escalar uma estreita fenda que fica entre muralhas imponentes. Vencidos todos esses desafios se chegará finalmente ao cume de 1496 metros.

No Alto

   Quando se chega ao topo da Torre da Prata é necessário ter uma atenção especial a temperatura, pois é natural que o corpo comece a sofrer pelo frio tanto pela baixada da adrenalina como devido ao vento forte. A visão que se tem no alto da montanha permite observar uma paisagem linda e deslumbrante composta por baías, ilhas e o oceano.

   Dentre os lugares que se pode ver de cima da Torre da Prata estão Praia do Leste, Matinhos, Paranaguá entre outras localidades do Paraná. Uma visão privilegiada e que permite a aqueles que a tem assinar o livro que fica no alto da montanha e que já foi assinado por diversos montanhistas famosos.

Historia da Torre da Prata (12).jpg

Fonte: Site Cultura Mix (http://meioambiente.culturamix.com/ecologia/historia-da-torre-da-prata)

Torre da Prata - 11 de Abril de 2018

   Segue o ano...
   Montanha inédita, amigo montanhista inédito...



   A tempos que planejamos ir pra essa montanha, especialmente o Luis que sempre fazia questão de nós lembrar desse cume.

"A Torre da Prata
 A  Serra da Prata, com 1.500 metros, está localizada próximo a Morretes, no Paraná, e tem como seu ponto culminante a Torre da Prata. 
A montanha é uma das mais difíceis de alcançar uma vez que para chegar até ela é necessário atravessar três biomas distintos: mata atlântica, planície litorânea e campos de altitude.

A História da Torre da Prata
   O nome da montanha foi resultado de um brilho que era visto na encosta da mesma e que fez com que muitas pessoas acreditassem há muitos anos que existia prata no local. 
Com a possibilidade de encontrar o metal precioso muitos garimpeiros foram a Torre da Prata, mas não obtiveram sucesso. Uma das principais dificuldades para a garimpagem foi à mata atlântica.
 Nunca houve provas reais de que existia prata na encosta da montanha."

  Para Saber mais sobre essa montanha acesse o link: 

   Data definida, mesmo sendo dia de semana divulguei a ideia no Grupo Matas E Montanhas convidando a galera pra montanha, prontamente o Nelson da Silva Junior se juntou a nos.


  Saímos de Curitiba as 06:00 hrs, e por volta das 07:30 hrs já estávamos na trilha, subida forte e longa, a trilha se inicia na conta 103 do nível do mar e chega a 1497 metros de altitude, é subida que não acaba mais, aos poucos foram surgindo as primeiras janelas, de onde deu pra avistar as cidades de Antonina, Morretes e Paranaguá.

  Antes de chegar ao cume uma parada pra fotos na famosa Pedra do Altar.

   Após 6 horas de subida chegamos ao cume, visual abençoado dava pra ver tudo: Litoral, cidades litorâneas, ilhas do Mel, das Peças  e Superagui, as cadeias de montanhas do Ibitiraquire, Farinha Seca, Marumbi, Pico X e Serra da Igreja, mais ao fundo Araçatuba e serra do Quiriri.



  Ficamos por mais de uma hora no cume, cume esse que estava tomado por moscas, nunca vi um aglomero tão grande de insetos como vi ali.


 02:30 hrs começamos a descida, que foi muito mais tranquila e rápida que a subida, em menos de 04 horas concluímos a descida a tempo de tomar aquele banho de rio pra recompor os músculos.

Luis obrigado pela companhia e por sempre lembrar da torre da prata, sem duvida uma dos melhores visuais da nossa serra.


Nelson Valeu a parceria e as muitas conversar que rendeu nessa montanha, obrigado pela troca de experiência e que venham as próximas... Se Deus quiser essa parceria vai longe.


Por: Josimar Cubis
Fotos:

sábado, 10 de março de 2018

Picos Caratuva e Taipabuçu - 10 de Março de 2018


   Após ter feito uma tentativa de ir ao pico Caratuva sem sucesso devido ao mal tempo, Chamei o parceiro Josimar Cubis e marcamos outro dia.

Taipabuçu e Caratuva ao Fundo

   Então saímos bem cedo por volta das 5 da manhã para outra investida ao pico Caratuva com 1.860m de altitude.

   Começamos a trilha por volta das 7:30 da manhã uma trilha media, porem, cansativa.

   Com duas horas e meia de caminhada forte Chegamos ao cume as 10:00, descansamos um pouco e fizemos um lanche por ali, como o tempo estava fechado logo partimos para o segundo destino do dia o Pico Taipabuçu.


   Levamos cerca de uma hora para chegar até o cume do Taipabuçu, passamos por uma trilha difícil, fechada e muito molhada.

   Mas foi gratificante chegar ao cume do Taipabuçu, que mesmo o tempo estavando fechado não tira a beleza do lugar.

   Ficamos ali descansando e iniciamos a descida de volta a fazenda onde estava nosso carro. Descemos super rápidos e duas horas depois já estávamos na fazenda e para finalizar um belo banho de rio.

Por: Eliel Ferreira da Luz 
Mais algumas fotos:

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Lagoa Azul - Rapel - 08 de Fevereiro de 2018


   Salve Brother Eliel.... Obrigado pela parceria nesse dia.


   A ideia inicial era fazer o Caratuva, mas logo que clareou o dia estava garoando, então abortamos o Caratuva, fomos ate minha casa pegar os equipos de rapel e partimos para a Lagoa Azul.

   09:00 já estamos lá, começamos com uma descida mais leve pra acostumar o cérebro com o rapel..


   Mas logo partimos para o paredão grande. Cerca de 95 metros de parede, cheio de pedras soltas.


Aproveitamos bem o dia, dia esse que por sinal estava lindo, saiu o sol, nada de chuva, tudo 100%, pra fechar o dia um belo banho de Lagoa, porém na parte rasa... kkkk..


Por: Josimar Cubis

Fotos

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Estação Marumbi - 02 de Fevereiro de 2018


  E segue o ano, dessa vez trilha leve, maIs auxiliando no processo de inicialização no montanhismo para meu filho Lucas (6 anos).

  Nós acompanhando também foi minha esposa Kelly.

  Trilha boa, tempo perfeito, infelizmente devido a obras nos trilhos, o Lucas não pode ver os trens, mas fica pra próxima...


Mais uma vez o Lucas impressionou, correu o caminho todo, não reclamou de nada e gostou muito.




Por: Josimar Cubis

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

Pico 7 e Mãe Catira - 16 de Janeiro de 2018

   Primeira montanha de 2018.

   Aventureiros: Josimar, Luis e seu grande filho Vinicius.




   Montanhas inéditas para nós, a tempo nós planos enfim realizadas... Ambas fazem parte do Conjunto de montanhas da Serra da Farinha Seca.

   07:00 da manhã já estávamos na fazenda Casa de Pedra. Tempo fechado, mais o animo estava excelente.

   Caminhamos bem, trilha limpa e bem demarcada, as 10:00 já alcançamos o cume do Mãe Catira, tempo bem fechado com uma leve garoa, sem demora tocamos pra o Pico 7.


   Achávamos que um cume era próximo do outro, engano nosso, trilha difícil com bastantes descidas escorregadias, fácil, fácil dar c.a..g.a..d.a.. Lembrando que o 7 é mais baixo que o Catira, então é descida em cima de descida.



   Levamos perto de duas horas pra descer do Mãe Catira e Subir o 7, 12:00 alcançamos o cume.


   Para nossa sorte a parte baixa da Serra do mar (Morretes, Antonina, Paranaguá e litoral), estava totalmente aberta.


  A Serra da Farinha Seca estava servindo de divisor do tempo,  para o lado da planície tudo fechado pro lado do litoral tempo aberto.


   Ficamos por ali mais de uma hora, almoçamos e hora de retornar pra casa.

   No retorno aproveitamos pra demarcar algumas bifurcações onde havia falta de sinalização e risco de errar a trilha.

   As 17:00 chegamos no carro sob uma forte chuva deliciosa, boa pra lavar a alma. Já na fazenda um belo banho de rio e hora de retornar pra casa...

   Parabéns Vinicius por mais essa montanha, cada vez indo mais longe.... Que venham as próximas.


Por: Josimar Cubis

Fotos: